segunda-feira, 12 de julho de 2010

Décima-Primeira Razão

NÃO PERTENÇO À IGREJA CATÓLICA ROMANA PORQUE ELA PROIBE O CASAMENTO PARA OS PADRES, ENQUANTO A BÍBLIA ORDENA QUE OS MINISTROS DE DEUS SEJAM CASADOS, PARA TEREM UMA VIDA MORAL NORMAL.

Paulo, o grande apóstolo, já profetizara que nos últimos dias Satanás iria tentar introduzir doutrinas falsas, chamadas "doutrinas de demônios", no seio da igreja.

"Mas o Espírito Santo expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; proibindo o casamento, ordenando a abstinência dos manjares que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças" (I Timóteo 4:1-3).

Assim, como estava profetizado pelo Espírito, a heresia e doutrina de demônios teria de aparecer.

O celibato até demorou bastante a aparecer, pois no primeiro milênio a igreja esteve livre dele, pelo menos como decreto papal.

O decreto do Primeiro Concílio de Latrão (1.123) declarou inválido o casamento de todos aqueles que estavam nas ordens sagradas, e o Concílio de Trento (1.545) fez pronunciamentos severos sobre o celibato do clero. Segundo esses decretos, um padre que se casasse incorreria na excomunhão e ficava impedido de todas as funções espirituais. Um homem casado que desejasse vir a ser um sacerdote tinha de abandonar a sua esposa, e esta também tinha de assumir o voto de castidade, ou ele não poderia ser ordenado. O Concílio decretou:

"Qualquer um que afirmar que o estado conjugal é preferível à vida de virgindade e celibato, e que não é melhor e mais condutivo à felicidade permanecer na virgindade ou no celibato, do que ser casado, que seja maldito".

Observe o leitor as duas afirmações. A primeira da Bíblia Sagrada, afirmando que nos últimos dias, homens se apostatariam da fé evangélica e iriam ensinar doutrinas vindas diretamente do inferno, que proibiriam os homens de se casarem.

A segunda afirmação é da Igreja Católica Romana através do seu Concílio (reunião de bispos), decretando exatamente aquilo que o Espírito Santo havia afirmado, ou seja, a proibição do casamento.

Resumindo: O Espírito Santo falou que os demônios iriam assoprar nos ouvidos dos homens apostatados da verdadeira fé cristã para que proibissem o casamento. Os bispos receberam a mensagem e decretaram a proibição do matrimônio. Que triste coincidência!

Olhemos para o ensino de Deus através de sua Palavra:

"E disse o Senhor: Não é bom que o homem esteja só; farlhe-ei uma adjutora que esteja como que diante dele" (Gênesis 2:18).

"Mas para o homem não se achava adjutora que estivesse como adiante dele" (Gênesis 2:20).

"E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão" (Gênesis 2:22).

"Portanto deixará o varão a seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne" (Gênesis 2:24).

"E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves do céu, e sobre todo animal que se move sobre a terra" (Gênesis 1:27,28).

"Não temos nós o direito de levar conosco uma mulher irmã, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Pedro? (I Coríntios 9:5).

"Convém pois que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar. Não dado ao vinho, não espancador, não cobiço de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento. Que governe bem a sua própria casa, tendo os seus filhos em sujeição, com toda modéstia; (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da casa de Deus?" (I Timóteo 3:1-5).

Dos textos citados extraimos o seguinte:

1. Deus disse que não é bom que o homem fique só. Ninguém tem o direito de reprová-lo.

2. Deus criou a mulher com a finalidade de ser uma adjutora do homem em sua missão. Deus queria com isso colocar alguém ao lado do homem para que este pudesse desempenhar melhor a tarefa recebida de Deus, de modo mais desembaraçado e mais produtivo, mais completo. Os que fazem o contrário estão muito aquem daquilo que poderiam realizar para a humanidade e para Deus.

3. Deus criou o homem e uma mulher para ele para que os dois, e só os dois juntos, pudessem reproduzir-se e preservar a espécie, cumprindo a parte mais importante do homem em relação a vida terrena. Os que são sábios não contradizem a Deus.

4. Deus disse que o varão deixaria seu pai e sua mãe e se uniria à sua mulher. Como regra geral, Deus não fez o homem para ficar solteiro. Muito menos para a realização da missão espiritual.

5. Através de Paulo, Deus ordenou que os ministros do evangelho deveriam ser "maridos de uma mulher", portanto, casados e não adúlteros. Só os rebeldes têm mudado a sábia ordem de Deus.

6. Segundo o ensino de Paulo, o ministro de Deus deve ser casado, ter filhos e governar bem a sua própria família, pois se assim não fizer, também não poderá governar, ou seja, administrar a casa de Deus. A não ser nos casos especiais em que a pessoa não tem vocação para o casamento e deseja servir a Deus com mais disponibilidade, como parece ter sido o caso do apóstolo Paulo.

7. Diante dos ensinos bíblicos estão desqualificados esses celibatários de vida sexual reprimida para exercer as funções na casa de Deus. Eles levam realmente uma vida de santidade? Não é isso que a história diz.

Não estamos dizendo que, se casado fossem, os padres estariam qualificados para a obra de Deus. A primeira condição seria a conversão ao Senhor Jesus Cristo; depois viriam outras, além do casamento.

Não adianta querer servir a Deus contrariando suas orientações, seguindo doutrinas que Deus chama de "doutrinas de demônios".

O PORQUÊ DO CELIBATO

As razões principais do celibato são pelo menos estas:

1. Manter o princípio do poder papal centralizado.

2. Reter a propriedade da Igreja que, no caso contrário, iria para a família do sacerdote. Quantos padres são donos de verdadeiras fortunas, que, ao morrerem, ficam para a Igreja.

3. A facilidade para as transferências dos padres de uma cidade para outra, o que seria muito mais difícil e oneroso se cada um tivesse filhos na escola, no emprego, e ainda os utensílios para serem transportados.

Não se engane o leitor, a Igreja Católica Romana tem seus objetivos bem delineados - manter-se no poder, dominar e escravizar o pensamento dos seus adeptos e arrecadar o dinheiro do povo a qualquer custo.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Décima Razão

NÃO PERTENÇO À IGREJA CATÓLICA ROMANA POR CAUSA DO DECRETO DO PAPA INOCÊNCIO III, 1215 A.D., QUE CRIOU A CONFISSÃO AURICULAR E O CONFISSIONÁRIO.

O que é confissionário?

Confissionário é um compartimento dividido em duas partes, uma para o sacerdote e outra para o penitente que vai lhe confessar os pecados. Na parede de madeira que fica entre eles há uma rede de metal, ou de outro material, com cerca de 60m². O penitente se ajoelha e através da rede sussurra ou fala em voz baixa, enumerando os seus pecados para o padre. A confissão é secreta e é chamada "auricular" porque é enunciada aos ouvidos do sacerdote. Deve ser uma confissão detalhada de todos os pecados mortais e veniais cometidos desde a última confissão. Hoje, em muitas igrejas, o confissionário foi modificado no seu aspecto físico, permanecendo a confissão.

O que a Igreja Católica Romana ensina sobre a confissão?

"Confissão é contar os nossos pecados a um sacerdote autorizado, com o propósito de obter o perdão."

"Um sacerdote autorizado é aquele que não só tem o poder de perdoar pecados, por causa de sua ordenação ao sacerdócio, mas também o poder de jurisdição sobre as pessoas que o procuram. Ele recebe, geralmente, essa jurisdição do seu bispo ou por motivo do seu ofício" (Catecismo Católico Romano).

"O sacerdote não precisa pedir a Deus que perdoe os pecados do penitente. O próprio sacerdote tem o poder de fazê-lo em nome de Jesus Cristo. Os seus pecados são perdoados pelo sacerdote exatamente como se você se ajoelhasse diante de Jesus Cristo e os contasse ao próprio Cristo" (Catecismo Católico Romano, pág. 93).

Como é a forma da confissão?

Depois de ajoelhar-se diante do sacerdote, o penitente repete uma confissão semelhante a esta:

"Confesso ao Deus todo-poderoso, à santíssima Virgem Maria, ao bendito Arcanjo Miguel, ao bendito João Batista, aos santos apóstolos Pedro e Paulo, a todos os santos e a você padre, que pequei excessivamente, em pensamentos, palavras e atos, por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa..."

Está é a confissão do ato penitencial da missa.

Veja, prezado leitor, o que está incluído na doutrina da confissão:

1. A confissão é feita ao sacerdote;

2. O sacerdote tem de ser autorizado;

3. O sacerdote tem de ter jurisdição sobre os penitentes;

4. O sacerdote não precisa pedir a Deus que perdoe o penitente;

5. O sacerdote tem o poder de perdoar;

6. O perdão do sacerdote é igual ao de Jesus Cristo;

7. O penitente se confessa:

a) A Deus;

b) À Virgem Maria;

c) Ao Arcanjo Miguel;

d) A João Batista;

e) A Pedro e Paulo;

f) A todos os santos;

g) Ao padre presente.

Vejamos agora qual o ensinamento bíblico sobre a confissão de pecados, ensino de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e também dos apóstolos.

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça" (I João 1:9).

"Ó Deus, sê propício a mim, pecador" (Lucas 18:13).

"Se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (I João 1:7).

"Pai, pequei contra o céu e peranti ti" (Lucas 15:18).

A confissão verdadeira, segundo a orientação de Deus:

1. Não tem confissionário;

2. Não tem sacerdote;

3. Não tem Maria, Arcanjo Miguel, João Batista, Pedro e Paulo nem outros santos;

4. Não tem intermediação de homem algum;

5. A mediação é só de Jesus;

6. É feita direta a Deus;

7. Tem a promessa de perdão do próprio Deus;

8. A alma é lavada no sangue de Jesus;

9. Tem resposta imediata;

10. Tendo perdão, gera paz, descanso, certeza e comunhão.

A confissão auricular da Igreja Católica Romana não tem valor, porque o sacerdote não tem poder nenhum para perdoar pecados cometidos contra Deus, porque nunca Deus autorizou ninguém a fazer isso. Deus não deu procuração a ninguém dos seus santos, muito menos a homens inescrupulosos, pecadores, destituídos de verdadeiro conhecimento de Deus. A confissão foi inventada pela Igreja Católica Romana como instrumento de domínio, através do saber da vida alheia.

"Quem pode perdoar pecados, senão um só, que é Deus?" (Marcos 2:7).

"...O Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados" (Mateus 9:6).

OS VERDADEIROS OBJETIVOS DA INVENÇÃO DO CONFESSIONÁRIO FORAM:

Aumentar o poder do papa sobre toda a igreja.

Aumentar o controle dos bispos sobre os padres.

Aumentar o controle dos padres sobre o povo, exercendo poder fiscalizador sobre tudo que se passa na família, na sociedade, na política, etc.

Subjulgar o povo ao domínio total da igreja. Essa conquista é feita começando pelas mulheres, e através destas aos maridos e depois aos filhos.

TESTEMUNHO DO EX-PADRE CHARLES CHINIQUY

"Vermelho de vergonha e sinceramente arrependido, confesso diante de Deus e dos homens que estive, através do confessionário, mergulhado durante vinte e cinco anos nesse mar insondável de iniquidade, no qual os cegos sacerdotes de Roma têm de nadar dia e noite.

Eu tive de aprender de cor as infames perguntas que a Igreja de Roma força cada sacerdote a aprender. Eu tive de fazer essas perguntas impuras e imorais às mulheres e às mocinhas que vinham confessar-me os seus pecados. As reações que essas perguntas e respostas provocam são tão degradantes que apenas um homem que tenha perdido todo o senso de vergonha pode fazê-las a uma mulher.

Sim, eu era obrigado por minha consciência a colocar nos ouvidos, nas mentes, na imaginação, nas lembranças, no coração e na alma de mulheres e mocinhas, perguntas de uma tal natureza que imediata e diretamente enchem as mentes e os corações de ambos, sacerdotes e penitentes, com pensamentos e tentações de natureza tão degradante, que não encontro nenhuma palavra adequada para expressá-las. A antiguidade pagã jamais viu qualquer instituição mais poluente do que o confessionário. Eu vivi vinte e cinco anos na atmosfera do confessionário, como todos os demais sacerdotes de Roma. Foi preciso todo o sangue da grande Vítima, que morreu no calvário pelos pecadores, para me purificar" (The Priest, the Woman, and the Confessional, pág. 67,68).

Amigo leitor, se você é marido e pai, vai ainda deixar sua esposa e suas filhas fazerem confissão ao sacerdote?

Já é tempo de acordar. Já é tempo de abrir os olhos. Já é tempo de sair dessa escravidão e se converter a Jesus Cristo.

Só Deus pode perdoar pecados.

segunda-feira, 29 de março de 2010

AVISO!

Estarei retornando as atividades do blog.
Se Deus permitir, estaremos salvando vidas e demonstrando mais
sobre o amor de Deus em nossas vidas.
Quero deixar para meditação um versículo que muito me toca
e que me faz estar escrevendo para todos, sem distinção:

"Aviva a tua obra, ó SENHOR, no decorrer dos anos,
e, no decurso dos anos, faze-a conhecida"
Habacuque 3:2b

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Nona Razão

NÃO PERTENÇO À IGREJA CATÓLICA ROMANA POR ELA ENSINAR COM TODAS AS SUAS FORÇAS O CULTO A MARIA - MARIOLATRIA -, O QUE SE CONSTITUI UM PECADO DE CONSEQUÊNCIAS DESASTROSAS.

O culto a Maria, é claro, não tem lugar na Bíblia. Não teve também lugar entre os apóstolos, nem na Igreja Cristã dos primeiros séculos. Após o terceiro século, com a pretensa conversão do Imperador Constantino ao Cristianismo, as coisas começara a mudar, para prejuízo da Igreja, pois como a Igreja passou a ser oficial, era vantagem politicamente ser cristão. Com a entrada dos pagãos para o seio da Igreja, trazendo consigo suas múltiplas formas de idolatria, logo, a Igreja em decadência, viu-se pressionada a fazer alguns enxertos em sua doutrina e formas de culto, para agradar as pessoas ricas e importantes que a ela aderiram. Foi assim que a Igreja Cristã pura começou a desviar-se dos ensinos de Cristo e dos apóstolos, virando universal e oficial.

Não podendo a Igreja impedir que os pagãos não convertidos entrassem pelas suas portas, não pôde também impedir que o paganismo minasse sua pureza e integridade. Portanto, logo o paganismo começou a forçar mudanças, e até hoje não parou.

A frase "Mãe de Deus" originou-se no Concílio de Éfeso, no ano 431. Aparece no Credo de Caledônia, que foi adotado pelo Concílio que se reuniu naquela cidade em 451 e, quanto à pessoa de Cristo, declarou que ele era "nascido da Virgem Maria, a mãe de Deus, de acordo com a humanidade". Daí pra frente o desvio da adoração a Maria foi fácil.

Assim, o culto a Maria constituiu-se em mais uma modificação do ensino da Bíblia. Caiu a Igreja Católica Romana na condenação proferida em Romanos 1:24-26, onde lemos:

"Pelo que também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundície, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais à criatura do que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém. Pelo que Deus os abandonou às paixões infames..."

A ATITUDE DE JESUS PARA COM MARIA

Em primeiro lugar, Jesus nunca chamou Maria de "Minhã Mãe", sempre tratou-a como "mulher".

"E faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora" (João 2:3, 4).

"Ora, Jesus vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem amava estava presente, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho" (João 19:26).

Em segundo lugar, Jesus nunca atribuiu a Maria uma posição acima de qualquer outro discípulo seu.

"Porém ele, respondendo, disse ao que lhe falara: Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos? E, estendendo a sua mão para os seus discípulos, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos; porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está no céu, este é meu irmão, e irmã e mãe" (Mateus 12:48-50).

Em terceiro lugar, Jesus disse que é muito mais bem-aventurado o fato de alguém fazer a vontade de Deus do que ser sua mãe.

"E aconteceu que, enquanto ele dizia estas palavras, uma mulher, levantando a voz do meio da multidão, disse-lhe: Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos a que foste amamentado. Mas ele disse: Antes, bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática" (Lucas 11:27, 28).

Não é verdade que os evangélicos não honram a Virgem Maria. Não é verdade que nós não amamos a mãe de Jesus de Nazaré. Pelo contrário. Nós honramos do modo certo, do modo bíblico.

É verdade que nós cremos em Maria. É também verdade que nós a amamos.

Cremos que Maria foi moça pura e santa.

Cremos que Maria foi mãe exemplar e extremosa.

Cremos que Maria foi esposa fiel e digna de todo o respeito.

Cremos que Maria foi salva e que sua alma está no céu, com Jesus, seus apóstolos e todo os que a ele têm se convertido e já partiram para outra vida.

Cremos que Maria foi bem-aventurada entre as mulheres, a escolhida para ser a mãe de Jesus.

Cremos que Maria foi amada por Jesus e pelo Pai celestial.

Cremos que Maria foi um vaso de benção e um instrumento nas mãos do Espírito Santo, para que o Verbo Divino pudesse encarnar-se.

Cremos que Maria foi mulher de oração, recebeu o batismo do Espírito Santo, juntamente com os apóstolos e discípulos, no dia de Pentecostes.

Cremos que Maria amava a Palavra de Deus e lia o santo livro com meditação profunda.

Cremos no exemplo vivo de Maria, exemplo de fé e submissão à vontade de Deus.

Cremos que devemos seguir o exemplo de Maria, de santidade, de pureza de coração e submissão a Deus Pai, se quisermos alcançar a salvação de nossas almas.

Cremos, aceitamos e obedecemos estritamente ao único mandamento de Maria, referindo-se a Jesus: "Fazei tudo o que Ele vos mandar" (João 2:5).

NÃO ACEITAMOS E NÃO CREMOS NAS ABERRAÇÕES SOBRE A MÃE DE JESUS

Não cremos e não aceitamos as imagens porque, depois de fazê-las, o próximo passo é sua veneração e adoração, o que é um fato incontestável.

Não cremos e não aceitamos a diversificação do nome e até da cor de Maria. Os católicos inventaram centenas de nomes para a mesma Maria, tais como: Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de Guadalupe, Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora do Bom Parto, Nossa Senhora da Cabeça e tantos outros que ridicularizam e profanam o belo nome da mãe de Jesus. Quem de nós gostaria de receber dezenas de nomes ridículos?

Não cremos e não aceitamos o poder "miraculoso" dessas imagens. Todos esses propalados milagres não passam de invenções ridículas e diabólicas.

Não cremos e não aceitamos a mediação de Maria, que ela interceda a favor de alguém, que consiga qualquer benefício a favor dos seus adoradores. Tal mediação só Jesus faz (I Timóteo 2:5).

Não cremos e não aceitamos a Imaculada Conceição de Maria. Entre os homens da terra, só Adão e Eva foram perfeitos, até que caíram no pecado. Desde então só um teve nascimento imaculado - Jesus Cristo (Hebreus 7:26).

Não cremos e não aceitamos a virgindade perpétua de Maria. Ela foi casada com José que, segundo a Palavra de Deus, "não a conheceu até que deu à luz seu filho, primogênito" (Mateus 1:25).

Não cremos e não aceitamos que Maria tenha sido mãe só de Jesus, pois na Bíblia está registrado que ela "deu à luz seu filho primogênito" (Mateus 1:25; Lucas 2:7). Primogênito sempre quer dizer primeiro, e não único, para único se diz unigênito. Também está registrado que Jesus teve quatro irmãos e, pelo menos, três irmãs (Marcos 6:3; Mateus 12:46, 47; João 7:5; I Coríntios 9:5).

Não cremos e não aceitamos a assunção de Maria ao céu - corpo, alma e espírito. No céu não entra a matéria. Maria morreu, como todos os demais seres humanos. Seu espírito está com Deus, aguardando a ressureição, como os demais salvos.

Não cremos e não acreditamos o ensino católico de que Maria é "mãe de Deus". Deus não tem mãe. Ele é o princípio de tudo. Maria foi mãe da natureza humana de Jesus porque, como homem, Maria é sua mãe e, como divino, Deus é seu Pai. Jesus Cristo como Deus sempre existiu (João 1:1-3).

Não cremos e não aceitamos o ensino romanista de que Maria é "Rainha dos Céus". Tal ensino é uma deificação de Maria, o que é uma blasfêmia. No céu só existe um Rei (I Timóteo 6:15; Apocalipse 15:3; 17:17).

Nós, os evangélicos, somos o que verdadeiramente amam Maria, como nossa irmã em Cristo, salva unicamente pelos méritos de Jesus Cristo.

Maria coraria de vergonha e choraria até a exaustão se pudesse ver o que a Igreja Católica Romana tem feito com o seu nome e com a sua pessoa. Ainda bem que ela está no céu, desfrutando da salvação oferecida por Jesus Cristo, sem ver ou sentir nada do que os católicos fizeram e fazem com seu nome e sua pessoa.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

E a nossa EDUCAÇÃO, por onde anda?

No último dia 15, uma discussão entre primas, por causa de uma bolsa, leva o nosso querido "português" a morte.

A homicida possui 22 anos e é universitária.

Veja os detalhes:



Isso é porque ela ainda se diz "intelectual".

So si fo im Plutaum, bem longi daki!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Oitava Razão

NÃO PERTENÇO À IGREJA CATÓLICA ROMANA PORQUE ELA ENSINA A FAZER ORAÇÕES AOS MORTOS E PELOS MORTOS, O QUE É DESCONHECIDO E SEM FUNDAMENTO NAS ESCRITURAS.

ORAÇÃO PELOS MORTOS

A Bíblia é o único livro inspirado por Deus, sendo a única regra de fé e prática do cristão autêntico. O que nela está inserido é de aceitação incondicional, o que ela não ensina ou condena deve ser rejeitado.

Somos ensinados pelas Escrituras que após a morte do corpo a alma vai para um destes dois lugares: CÉU ou INFERNO. Não há outro lugar, a não ser o Lago de Fogo para onde irão, após o JUÍZO FINAL, aqueles que estiverem no INFERNO. (Purgatório e Limbo são imaginações com o propósito de extorquir dinheiro dos que não conhecem o Evangelho nem a Jesus Cristo).

Quando uma pessoa morre, se ela era convertida a Cristo, nascida de novo, regenerada, lavada no sangue de Jesus, seu destino final e glorioso é o CÉU, sem dúvida alguma, pois assim está escrito:

"E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão" (Lucas 16:29).

"E apedrejaram Estevão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito" (Atos 7:59).

"Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor" (Filipenses 1:21, 23).

"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor Jesus, Justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda" (II Timóteo 4:7, 8).

Se porém, uma pessoa, ao morrer, não estiver convertida e servindo ao Senhor Jesus, seu destino é o INFERNO, porque também assim está escrito:

"... E morreu também o rico, e foi sepultado. E no hades ergueu os olhos, estando em tormentos... Porque estou atormentado nesta chama... E agora este é consolado e tu atormentado" (Lucas 16:22, 24, 25).

"Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as gentes que se esquecem de Deus" (Salmos 9:17).

"Como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais por castigo padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder" (II Tessalonicenses 1:8, 9).

Toda oração feita pelos mortos, portanto, não tem valor nenhum, porque quem está no CÉU não precisa, e quem está no INFERNO de lá não poderá sair nem receber qualquer benefício.

A oração pelos mortos é outra maneira que a Igreja Católica Romana usa para tirar lucros dos seus seguidores.

ORAÇÃO AOS MORTOS

Como não adianta orar pelos mortos, tampouco adianta orar aos mortos, pedindo sua mediação através de rezas que de nada valerão.

A Bíblia ensina:

"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma... Até o seu amor, o seu ódio, e a sua invejapereceram, e já não têm parte alguma neste século, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol" (Eclesiastes 9:5, 6).

"... Não recorrerá um povo ao seu Deus, a favor dos vivos interrogar-se-ão aos mortos?" (Isaías 8:19).

Nem Pedro, nem Paulo, nem nenhum outro "santo", nem mesmo Maria, ouve e responde orações.

A Bíblia é muito clara em falar da impossibilidade de comunicação dos vivos com os mortos, ou destes com aqueles.

Toda idéia de comunicação com os mortos da forma católica ou espírita é condenada pela Palavra de Deus.

O ensino bíblico, de Jesus e dos apóstolos, é de que só há um mediador entre Deus e o homem. O resto é mentira pura.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem" (I Timóteo 2:5).

"Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar" (João 16:23).

"E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho" (João 14:13).

Toda oração dirigida ao Pai em nome de Jesus tem a promessa clara de ser ouvida e respondida, segundo a vontade de Deus.

Toda oração feita a outras pessoas não tem respostas. Qualquer "possível resposta" não é mais do que mera coincidência, ou interferência do Diabo.

Será que o leitor amigo ainda vai peder tempo rezando aos mortos e pelos mortos?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Sétima Razão

NÃO PERTENÇO À IGREJA CATÓLICA ROMANA PORQUE ELA ENSINA E PRATICA A DOUTRINA DO SACRIFÍCIO DA MISSA, COISA QUE A BÍBLIA CONDENA COM FORÇA TOTAL.

O que é sacrifício da missa? O que é missa?

Estas são perguntas que, feitas a cem católicos, teriam pelo menos 99 respostas erradas, e a centésima poderia ser considerada razoável. Esse é o nível de conhecimento doutrinário da Igreja dos romanistas.

Como nosso propósito é esclarecer o assunto, vamos à definições, dentro da teologia católica:

O QUE É A MISSA?

"Jesus Cristo nos deu o sacrifício da missa para que a Igreja tenha um sacrifício visível que prolongue o seu sacrifício na cruz até o fim dos tempos. A missa é o mesmo sacrifício que o sacrifício da cruz, a santa comunhão é participar do corpo e do sangue de Jesus Cristo, sob a aparência do pão e vinho" (Catecismo de New York).

"Eu professo que na missa oferece-se a Deus um sacrifício verdadeiro, próprio e propiciatório pelos vivos e pelos mortos; e que no santíssimo sacramento da eucaristia encontram-se, verdadeira, real e substancialmente, o corpo e o sangue, juntos com, a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, e ali há uma conversão de toda a substância do pão no corpo, e uma conversão de toda a substância do vinho no sangue, que a Igreja chama de transubstanciação" (O Credo do Papa Pio IV).

"O sacrifício da missa é idêntico ao sacrifício da cruz, visto que Jesus Cristo é o sacerdote e também a vítima. A única diferença está na maneira da oferta, que foi sangüenta na cruz e é sem sangue em nossos altares" (Concílio de Trento).

Resumindo o que foi exposta acima, a dedução é que, segundo a teologia católica, a missa é:

O mesmo sacrifício da cruz, e que o pão e o vinho não são símbolos, mas o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus, presente, real, verdadeira, substancial, corporal e fisicamente, prolongando-se até o fim dos tempos.

Tudo arranjado com muitas palavras enfáticas, porém sem um mínimo de embasamento bíblico, sem qualquer concordância de Deus Pai, Deus Filho, de Deus Espírito Santo, nem de qualquer um dos apóstolos. Tudo arquitetado pelo inimigo e contra a Palavra de Deus.

QUE DIZEM AS ESCRITURAS SOBRE O SACRIFÍCIO ÚNICO, SATISFATÓRIO E PERPÉTUO DE JESUS CRISTO?

"Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus pecados, e depois pelos do povo; porque isso ele fez uma vez, oferecendo-se a si mesmo" (Hebreus 7:27).

"Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção" (Hebreus 9:12).

"... E sem derramamento de sangue não há remissão. Nem também para si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio. Doutra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para niquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo. Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação" (Hebreus 9:22, 25-28).

"Na qual vontade temos sido sacrificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez. E assim todo sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecadores, está assentado para sempre à destra de Deus, daqui em diante esperando até que seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados" (Hebreus 10:10-14).

Observe, prezado leitor, que nestes versículos aparece a declaração "uma vez por todas", contendo a verdade de inteireza ou finalidade, e que impossibilite a repetição. A obra de Cristo na cruz foi perfeita e decisiva, sem repetição.

A doutrina da missa é falsa, anti-bíblica e anti-cristã. Deve ser renunciada, se quisermos, portanto, desfrutar dos benefícios do sacrifício de Cristo.

A MISSA E O DINHEIRO

Um aspecto muito notável da missa que a Igreja Católica Romana realiza é o apoio financeiro que ela produz. Como disse alguém: "É com ampla margem a cerimônia mais produtora de rendas da Igreja".

Existe um número enorme de tipos de missa, custando cada uma delas um preço diferente.

Nenhuma missa é rezada sem pagamento.

Como diz um ditado católico: "Muito dinheiro, grande missa; pouco dinheiro, pequena missa; nenhum dinheiro, nenhuma missa".

Se a missa realmente tivesse alguma virtude para ajudar alguém a sair do sofrimento do purgatório, por que o sacerdote cobra para celebrá-la, e cobra menos de um e mais de outro?

Um dos piores aspectos do sistema das missas é que o sacerdote jamais pode ter certeza de que a alma pela qual se disse a missa esteja fora do purgatório. Ele declaradamente não tem um critério pelo qual possa saber. Por isso as missas podem ser oferecidas durante anos -- até quando o iludido romanista estiver disposto a pagar. Não seria lucrativo para o sacerdote dizer que a alma pela qual orou já saiu do purgatório e que entrou no céu, não necessitando mais de missas futuras. Resultaria no corte de uma rica fonte de riquezas. Um sacerdote jamais diria a uma mãe enlutada que a sua filha está "com Jesus", no céu, e já não necessita mais de missas fúnebres.

"O único sacrifício na missa católica romana é o do dinheiro dos pobres dado ao sacerdote, a fim de pagar as misteriosas cerimônias que ele realiza, na crença de que ele vai aliviar o sofrimento de seus queridos que se encontram no fogo do purgatório" (Secrets of Romanism, pág. 82).

Leitor amigo, será que você ainda vai continuar acreditando e mandando rezar missas?